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Discutindo os desafios da desertificação no Ceará

O II Encontro de Iniciativas e Estudos de Combate à Desertificação no Ceará ocorre a quase uma década do lançamento do Programa de Ação Estadual de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca- PAE-CE em 2010, da Conferência Internacional: Clima, Sustentabilidade e Desenvolvimento em Regiões Semiáridas (ICID 2010), realizada de 16 a 201/08/2010 em Fortaleza após 18 anos da ICID realizada em 1992.

A perspectiva é que o encontro tenha o papel da analisar, avaliar resultados e medidas que oficialmente foram sugeridas, acordadas pelas instituições que apresentaram como compromissos de oferecer políticas públicas de forma resolutiva. Com o evento pretende se avaliar os indicadores, as ações do governo estadual, os municípios atingidos e o que tem feito a União na implantação do Programa de Ação Nacional de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca – PAM – Brasil.

A degradação das terras é um problema de escala mundial, porém nas regiões secas do globo, este processo assume algumas especificidades, as quais são resultantes de fatores de ordem natural, como os irregulares e limitados índices pluviométricos e, de atividades humanas, como o desmatamento e a erosão dos solos. Essa prática predatória tem levado ao aparecimento na região de muitas áreas com sérios problemas de conservação dos recursos naturais, algumas delas irreversíveis a curto e médio prazo, caracterizando um fenômeno complexo e multifacetado chamado desertificação.

A Convenção das Nações Unidas para o Combate e à Desertificação (UNCCD) define a desertificação como: a degradação de terras em regiões áridas, semiáridas e subúmidas secas resultante de vários fatores, incluindo variações climáticas e atividades humanas”. No Semiárido Brasileiro, essas áreas são, ao mesmo tempo, reflexo e condicionante do processo de degradação humana dos sertanejos, pela falta de uma política eficiente para enfrentamento dos problemas regionais que são além de naturais, sócio-políticos e econômicos (DANTAS et al., 2006).

Diante desse contexto, se faz necessário e urgente o debate sobre estudos e iniciativas de combate ao fenômeno da desertificação no Semiárido Brasileiro e, em especial, no semiárido cearense a partir de uma articulação entre agentes e conhecimentos da academia e da sociedade civil a fim de fortalecer políticas públicas de educação, fiscalização, recuperação de áreas degradadas nos diferentes núcleos e estágios de degradação das terras do Estado do Ceará.

 

 

APRESENTAÇÃO DO EVENTO

 

A realização do II Encontro de Iniciativas e Estudos de Combate à Desertificação (EICD) visa discutir os desafios da problemática, as condições de enfrentamento e as alternativas sustentáveis de conivência com esse fenômeno, que compromete o presente e o futuro cearense. O II EICD no Ceará é uma articulação e envolvimento dos comitês de bacias, organismo de bacia (Cogerh), instituições de estudo, pesquisa e extensão envolvidas IFCE (Iguatu e Quixadá), UFC de Quixadá, Faculdade Cisne, Funceme, e organizações da sociedade civil com vista a estabelecer compromissos com a agenda ambiental enquanto política pública, para o semiárido, para fins de mitigar os efeitos da desertificação de algumas áreas do território cearense.

O evento ocorre após uma década do lançamento do Programa de Ação Estadual de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca- PAE-CE, lançado em 2010, bem como, da realização da Conferência Internacional: Clima, Sustentabilidade e Desenvolvimento em Regiões Semiáridas (ICID 2010), ocorrida de 16 a 20/08/2010 em Fortaleza e após 18 anos da ICID realizada em 1992.

Portanto, a cidade de Quixadá será palco desse importante evento, no momento de crise hídrica no Estado, com baixa precipitação nas áreas do semiárido, baixo volume nos reservatórios provocando problemas de abastecimentos das populações do semiárido cearense sobretudo das áreas urbanas, e ainda a sustentabilidade socioeconômica dessas populações.

 

MENSAGEM DA COMISSÃO ORGANIZADORA

É com imenso prazer que a Comissão Organizadora do EICD, convida todos/todas a participar do II EICD, que ocorrerá na cidade de Quixadá (CE), de 25 a 27 de março de 2020, na Faculdade CISNE – Av. Dr. Antônio Moreira Magalhães, 453- Jardim Monólitos.

O evento é iniciativa dos Comitês de Bacias Hidrográfica do Coreaú e Banabuiú, em parceria com instituições de Ensino, Pesquisa e Extensão (UFC, de Quixadá, IFCE de Iguatu, Quixadá), Faculdade CISNE que acolhe o evento, a Funceme, a Cogerh (gerencias de Quixeramobim e Sobral), instituições da sociedade Civil local e regional, com o apoio da Prefeitura de Quixadá. O evento discutirá as linhas temática:

  1. Aspectos naturais e sociais das áreas em processos de desertificação;

  2. Efeitos da desertificação e os impactos nos recursos naturais.

  3. Métodos e tecnologias para convivência com o semiárido e mitigação dos efeitos da desertificação

O evento está estruturado no formato de conferências, com palestras, mesa redonda e apresentação oito (08) mesas temáticas, com experiências, trabalhos acadêmicos com temas voltados as discussões das bacias hidrográfica, convivência com o semiárido e mitigação dos efeitos da desertificação. Serão esperados 250 pessoas para esse grande momento

Atenciosamente

EMANUEL DE OLIVEIRA – ASSESSOR DE PLANEJAMENTO COGERH

BENEDITO FRANCISCO MOREIRA LOURENÇO- PRESIDENTE DO CBH DO COREAÚ- Coordenação Geral

FRANCISCO ALMIR FRUTUOSO SEVERO- PRESIDENTE DO CBH DO BANABUIÚ

FRANCISCO NATANIEL BATISTA DE ALBUQUERQUE – IFCE CAMPUS –IGUATU (Comissão Científica)

ARTHUR JORDAM- IFCE (CAMPUS DE QUIXADÁ) –Comissão científica

AGOSTINHO VENÂNCIO- FACULDADE CISNE- Comissão Cientifica

DAYANA MAGALHÃES – COGERH DE QUIXERAMOBIM (Bacia do Banabuiú)

KAMYLLE PRADO – COGERH SOBRAL (Bacia do Acaraú e Coreaú)

MARGARETH BENÍCIO- FUNCEME

Paulo de TARSO- UFC- CAMPUS DE QUIXADÁ

AIRTON BURITI- PREFEITURA MUNICIPAL DE QUIXADÁ

FRANCISCA ARAÚJO MACHADO- FUNDAÇÃO CIS

MARIA ROSILENE BURITI LIMA- CÂMARA DE VEREADORES DE QUIXADÁ



PÚBLICO ALVO

Profissionais técnicos de instituições públicas envolvidos nas ações e políticas de recursos hídricos; Ong´s que trabalham a temática; sociedade civil organizada, estudantes e professores envolvidos nas atividades de pesquisa, membros dos comitês das bacias hidrográficas, agricultores experimentadores que desenvolvem ações de mitigação dos efeitos da desertificação.

 

COMISSÃO CIENTÍFICA

• Prof. Ms. Agostinho Venâcio (Faculdade Cisne – Quixadá)

• Prof. Dr. Francisco Nataniel Batista de Albuquerque (IFCE – Iguatu)

• Prof. Dr. Lucas da Silva (IFCE – Quixadá)

• Prof. Dr. Paulo de Tarso (UFC – Quixadá)

• Prof. Dr. Artur Jordam (IFCE – Quixadá)

• Prof. Ms. Benedito Francisco Moreira Lourenço (CBH Coreaú )

O evento em números

Juntos pensando no amanhã

3 +

Mesas redondas

12 +

Palestras

8 +

Órgãos envolvidos

250 +

público esperado

Palestrantes convidados

Artur Bruno Artur Bruno

Professor de Geografia e História, há 42 anos, dedica-se ao magistério nos diferentes segmentos da educação do Estado do Ceará. É o atual Secretário do Meio Ambiente do Estado do Ceará(SEMA). Ex-Secretário do Trabalho e Desenvolvimento Social, exerceu um mandato como deputado federal (2010-2014), quatro vezes deputado estadual (1994-2010) e duas vezes vereador de Fortaleza (1989-1994). Foi membro do Conselho Estadual de Cultura, é Presidente do Conselho Estadual do Meio Ambiente e compõe o Conselho da Cidade de Fortaleza.

Como titular da SEMA, está conduzindo ações importantes, como o Plano Estadual de Florestamento e Reflorestamento, o Plano Estadual de Resíduos Sólidos e a regulamentação definitiva do Parque do Cocó.

Artur Bruno é autor de 10 livros, sendo os dois últimos: “Fortaleza – Uma Breve História” em parceria com Airton de Farias (hisrtoriador) e Meio Ambiente: Começo e Fim.

Bibliografia: Atualidades do Brasil e do Mundo, Fortaleza – Uma Breve História, Ideologias e Partidos Políticos, Normas Básicas da Atividade Cultural, Os Pecados Capitais do Cambeba, Educar é Preciso: 100 passos em direção à cidadania, CPI do Fundef: Vitória da Sociedade, Educar Sempre e Leis da Educação.

 


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Dr. Benedito Vasconcelos Dr. Benedito Vasconcelos

Graduado em Engenharia Agrônoma pela Universidade Federal de Viçosa-MG, doutorado na Universidade de São Paulo (USP). Foi professor titular e diretor da antiga Escola Superior de Agricultura de Mossoró(ESAM), hoje Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA). Foi um dos fundadores do Curso de Mestrado em Meio Ambiente e Desenvolvimento da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (EMPARN), ex-chefe geral da EMBRAPA MEIO NORTE, em Teresina-PI, ex-presidente da Fundação de Pesquisa Guimarães Duque e ex-superintendente Federal da Agricultura no Estado do Rio Grande do Norte. Foi presidente da Sociedade Brasileira de Fitopatologia, presidente da Sociedade Brasileira de Nematologia e Vice presidente da Sociedade Botânica do Brasil. Como pesquisador do CEMAD/UERN, idealizou e desenvolveu a técnica do inóculo para recuperação de áreas degradadas em regiões semiáridas. Esta técnica já começou a ser usada para recuperação de núcleos de desertificação. Publicou 10 livros que trata da cultura, ciência no semiárido e a publicação de 50 trabalhos técnico-científicos na área das Ciências Agrárias.


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Drª. Vladia  Pinto Vidal Drª. Vladia Pinto Vidal

Geografia – UFC

Professora Titular do Departamento de Geografia da Universidade Federal do Ceará (UFC) e pesquisadora do CNPq na área de Geografia Física. Doutorado em Engenharia Agronômica no Programa Agricultura e Meio Ambiente em Zonas Áridas da Universidade de Almería-Espanha (UAL), convalidado à Geografia Física (UFC). Geóloga (UNIFOR); Mestrado em Agronomia (Solos e Nutrição de Plantas); Cursos de Pós-graduação em Gerenciamento Costeiro (Labomar/UFC) e Internacionais com bolsa da ONU (CRICYT/Argentina e UNEP /Rússia na temática de Desertificação; Professora de curso de Graduação e Pós-Graduação (Mestrado e Doutorado) em Geografia (Conceito 6-CAPES) e Programa em Desenvolvimento e Meio Ambiente ? PRODEMA(Mestrado ? UFC e Doutorado em REDE ? Conceito 5 da CAPES). Coordenou sub-projetos Internacionais: Ecologia de Paisagens (Programa WAVES/CNPq/BMBF); Projetos do Programa ALFA, representando a UFC em Ecologia de Zonas Áridas-ECOZONAR e Hidroponia no semiárido; Projeto de Cooperação Internacional Pró-África (Cabo Verde). Integrou INNOVATE Project, Brasil-Alemanha, 2012-2016 (BMBF- Alemanha e MCT-Brasil). Coordenou o Programa de Mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente ? PRODEMA-UFC (2004-2008 e 2015). Foi a 1ªCoordenadora Geral do Doutorado em Desenvolvimento e Meio Ambiente em Rede (UFC/UFPI/UFRN/UFPB/UFPE/UFS/UESC (2009-2013); Coordena, atualmente, o mesmo Doutorado (UFC). Editora Chefe na Revista eletrônica REDE – PRODEMA. Coordena o Programa de Mobilidade Internacional CAPES/AULP-UFC/UNICV desde 2014; Lider dos Grupos de Pesquisa do CNPq em Ecodinâmica e Recuperação Ambiental em Áreas Submetidas à Desertificação em Regiões Semiáridas e Observatório de Estudos Ambientais. Faço parte da Comissão das Nações Unidas ?Expert- para Combate à Desertificação. Consultora Ad hoc da Revista Ambiente & Água e Ambiente e Sociedade. Lidera atuando com experiências nas áreas: geociências e agronômica, com ênfase em estudos integrados (geoecologia, zoneamento geoambiental; zoneamento econômico e ecológico); solos na dinâmica de paisagens semiáridas; análise de produtos de sensoriamento remoto, indicadores de degradação/desertificação e planejamento ambiental. (Texto informado pelo autor)


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Chamada de trabalhos

Eixos temáticos de discussão do evento
Eixo 1

Eixo 1

Aspectos naturais e sociais das áreas em processos de desertificação

Questões conceituais e teórico-metodológicas sobre o fenômeno da desertificação; Escalas espaciais e temporais de análise da desertificação; Principais fatores naturais e sociais causadores da desertificação; Risco climático, vulnerabilidade social e desertificação.


Eixo 2

Eixo 2

Efeitos da desertificação e os impactos sobre os recursos naturais

Principais efeitos da desertificação sobre os recursos naturais (solo, água, vegetação, etc.) e processos sociais e econômicos (fome, migração, subemprego, evasão escolar, etc.) em diferentes escalas espaciais e temporais.


Eixo 3

Eixo 3

Métodos e tecnologias para convivência com o semiárido e mitigação dos efeitos da desertificação
Tecnologias e processos sociais organizativos para a convivência com o fenômeno da semiaridez; Experiências de gestão e conservação dos recursos naturais das paisagens secas; Métodos e técnicas para mitigação da erosão e recuperação das áreas degradadas pela desertificação.


FORMATAÇÃO DO TRABALHO


Modalidades

Trabalho Científico ou Relato de Experiência analisados, aprovados pela equipe científica

  • Apresentação dos trabalhos completos analisados aprovados, serão publicados nos anais que formarão uma publicação conforme acordo de negociação da coordenação do evento com a Assembleia legislativa.
  • A organização do evento reserva-se o direito de publicar os trabalhos completos nos anais do evento, de forma impressa ou eletrônica, a seu critério.
  • Forma de apresentação: banner
  • Modelo do Banner: Banner EICD 2020

PRAZOS

Prazo para submissão de trabalhos: 10 de março de 2020

Resultado de aceite dos trabalhos: 20 de março de 2020

Apenas os trabalhos apresentados receberão certificados e serão publicados nos anais do evento.
À organização do evento reserva-se o direito de publicar os trabalhos completos nos anais do evento, de forma impressa ou eletrônica, a seu critério
Modalidades: Trabalho Científico ou Relato de Experiência
Número de páginas: 05 a 10 páginas
Número de autores por trabalho: máx. 05 autores
Número de trabalhos por autor: máx. 03 trabalhos
Número de trabalhos como primeiro autor: máx. 02 trabalhos
Os trabalhos deverão ser enviados para o e-mail: eicdtrabalhos2020@gmail.com

Mesa Redonda

Francisco Nildo da Silva – Mesa 3 Francisco Nildo da Silva – Mesa 3

Doutor em Ciência do Solo pela Universidade Federal de Lavras e a University of Califórnia. Tema: Produção de Água em Sistemas Agroflorestais. Professor de solos na Unilab, Diretor Presidente da orgânico Baturité, Micro empresa familiar de produção, transporte e comércio de produtos orgânicos.


Aldrin Martin Perez Marin – Mesa 6 Aldrin Martin Perez Marin – Mesa 6

INSA

Ele é Latinoamerico, Nicaraguense de nascimento, Brasileiro por opção e nordestino de coração.  O Dr. Pérez-Marin, há vivenciado as diversas fases da vida acadêmica (graduação, mestrado, doutorado, pós-doutorado) nos territórios da agroecologia como ciência, movimento e prática na América Latina. Seu caminhar acadêmico transita por processos de Pesquisa Popular Participativas (3P) abordando diversas temáticas relacionadas a Desertificação e Agroecologia em terras Secas, Comunicação e Desenvolvimento Rural e Educação Ambiental contextualizada. Em 2016, fez outro caminho compartilhado com outro companheiro de viagem, o Prof. Miguel A. Altieri, à Universidade de Califórnia, Berkeley, Estados Unidos, onde vivenciaram um caminho intenso, gradual e formativo sobre experiências agroecológicas no mundo, e assim que chegou, ele vem compartilhando seu trabalho em diferentes espaços nacionais e internacionais. Hoje, o Dr. Perez-Marin trabalha no Semiárido brasileiro e participa como Professor em Programa de Pós Graduação do nordeste brasileiro.


Rodrigo de Andrade Barbosa – Mesa 6 Rodrigo de Andrade Barbosa – Mesa 6

INSA

Engenheiro Sanitarista e Ambiental e mestre em Ciência e Tecnologia Ambiental pela UEPB, atuando na área de Tratamento de água e resíduos, com enfoque no desenvolvimento de novas tecnologias de tratamento de esgoto sanitário. Experiência na coordenação de equipe de trabalho, execução de obras de engenheira de pequeno e médio porte, elaboração e análise de projetos na área de saneamento ambiental e longa experiência em projeto, operação e monitoramento de sistemas de tratamento de esgoto sanitário. Atualmente está pesquisador do Instituto Nacional do Semiárido-INSA, atuando na área de tratamento de esgoto e produção de água para reúsos múltiplos no Semiárido brasileiro. 


Professor Lucas da Silva – Mesa 6 Professor Lucas da Silva – Mesa 6

IFCE de Quixadá

Graduado em Licenciatura em Geografia pela Universidade Estadual da Paraíba, Bacharelado em Geografia pela Universidade Federal da Paraíba; Mestrado em Manejo de Solos e Água pela Universidade Federal da Paraíba e Doutorado em Desenvolvimento e Meio Ambiente pela Universidade Federal da Paraíba. Atualmente é professor do Instituto Federal de Educação Ciências e Tecnologia do Ceará. Tem experiência na área de Geociências e Geografia Física, com ênfase em climatologia, recursos hídricos e geoprocessamento, atuando principalmente nos seguintes temas: Semiárido, clima, captação de água de chuva, educação ambiental, geografia regional, planejamento e gestão ambiental. (Texto informado pelo autor).


Professora Maria Amanda Menezes Silva – Mesa 5 Professora Maria Amanda Menezes Silva – Mesa 5

IFCE de Quixadá

Graduada em Ciências Biológicas (2008) pela Universidade Regional do Cariri, Mestre em Ciências Florestais (2010) pela Universidade Federal Rural de Pernambuco e Doutora em Ecologia e Recursos Naturais (2015) pela Universidade Federal do Ceará. Tem experiência na área de Ecologia, com ênfase em Ecologia nas comunidades, Ecologia Funcional de plantas. (Texto informado pelo o autor)


Professor Reinaldo – Mesa 3 Professor Reinaldo – Mesa 3

IFCE de Quixadá


Francier Simião da Silva Junior – Mesa 5 Francier Simião da Silva Junior – Mesa 5

ACB Crato

Engenheiro Agrônomo pela Universidade Federal do Ceará (2013). Mestrado em Desenvolvimento Regional Sustentável pela Universidade Federal do Cariri (2016). Especializando em Manejo Sustentável da Irrigação para Desenvolvimento do Sistemas Agrícolas no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (Início em 2017). Técnico em Agropecuária pela Escola Agrotécnica Federal de Crato-CE, atual IFCE (2007). Tem experiência nos seguintes temas: Convivência com o Semiárido, defensivos naturais, quintais produtivos, políticas públicas e recursos hídricos em comunidades rurais. Gestor Público, Acesso a Água e Convivência com o Semiárido (Rede Integrada de Segurança Alimentar e Nutricional-RedeSAN, Ministério de Assuntos Exteriores y de Cooperacion-AECID, Instituto Ambiental Brasileiro Sustentável-IABS, Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome-MDS, Articulação no Semiárido Brasileiro-ASA e Fundação de Apoio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul-FAURGS). Atuação na Associação Cristã de Base-ACB pelo seguintes cargos: Técnico em Agropecuária-ATER (2013), Coordenador Técnico pelo Projeto Programa Uma Terra-P1+2 (2013 e 2014), Coordenador Técnico Projeto Quintais Produtivos (2015), Coordenador Técnico pelo Projeto Cisternas nas Escolas (2016), Coordenador Técnico Institucional de Acesso Água pelo Projeto Paulo Freire (2017-Atual). Representante da ACB no Movimento Ceará Agroecológico (2015-2019). Representante da ACB na Colmeia do IBGE, para sensos agropecuários do Crato-CE (2013-Atual). Presidente da ACB (2020-atual) (Texto informado pelo autor)


Sonia Perdigão – Mesa 5 Sonia Perdigão – Mesa 5

Sônia Barreto Perdigão de Oliveira – Engª Agrônoma, Mestre em Geografia, pela Universidade Estadual do Ceará. Atualmente é Pesquisadora da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos – FUNCEME. Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em Desertificação e Solos atuando principalmente nos seguintes temas: recuperação de áreas degradadas, levantamento e classificação de solos, zoneamento agroecológico, com a utilização de técnicas de geoprocessamento e sensoriamento remoto, envolvendo os recursos naturais na região do semiárido brasileiro. Atualmente é a Responsável Técnica pelo projeto “Recuperação de área degradada em processo de desertificação na sub-bacia hidrográfica do riacho do Brum no município de Jaguaribe-CE


Dr. Luis Guilherme – Mesa 5 Dr. Luis Guilherme – Mesa 5

EMBRAPA meio Norte PI

Luiz Carlos Guilherme, possui graduação (1980) e mestrado em Zootecnia (1991) pela Universidade Federal de Lavras MG e doutorado em Genética e Bioquímica pela Universidade Federal de Uberlândia (2005). Foi professor de genética na Universidade Federal de Uberlândia (2006-2008). Tem experiência na área de Genética, com ênfase ao melhoramento genético de peixes por meio de técnicas de Manipulação Cromossômica e Citogenética. Atua no desenvolvimento de técnicas e equipamentos que Luiz Carlos Guilherme, possui graduação (1980) e mestrado em Zootecnia (1991) pela Universidade Federal de Lavras MG e doutorado em Genética e Bioquímica pela Universidade Federal de Uberlândia (2005). Foi professor de genética na Universidade Federal de Uberlândia (2006-2008). Tem experiência na área de Genética, com ênfase ao melhoramento genético de peixes por meio de técnicas de Manipulação Cromossômica e Citogenética. Atua no desenvolvimento de técnicas e equipamentos que permitem a produção urbana de pescado em sistema fechado e na utilização de peixes para controle biológico de larvas de mosquitos transmissores de doenças como a dengue.  Atualmente atua como pesquisador da EMBRAPA Meio Norte com destaque para combate à fome e pobreza e participa do programa de incubação de empresas do CIAEM /Uberlândia – MG com o projeto produção de machos de tilápia yy com técnicas de manipulação cromossômica


Margareth Benicio – Mesa 4 Margareth Benicio – Mesa 4

Margareth Sílvia Benício de Souza Carvalho, Engª Agrônoma, Mestre em Agronomia/ Solos e Nutrição de Plantas, pela Universidade Federal do Ceará-UFC, com especialização em Geoprocessamento Aplicado à Análise Ambiental e Recursos Hídricos, pela Universidade Estadual do Ceará-UECE. Atualmente é Gerente de Estudos e Pesquisas em Meio Ambiente -GEPEM da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos – FUNCEME e desenvolve trabalhos técnicos relacionados a mapeamentos, diagnósticos, zoneamentos e monitoramentos dos recursos naturais renováveis e das condições geoambientais, envolvendo temas como: desertificação, degradação ambiental, solos, vegetação, zoneamento ecológico- econômico e agroecológico, uso/ocupação da terra e recursos hídricos superficiais.


Local do Evento

Faculdade CISNE - Quixadá, Ceará.

Inscrição


Poder Público :

Envio de trabalho

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