Devido ao contexto da pandemia, alocação de açudes isolados também foi aprovada pelo colegiado

As vazões de operação dos açudes da bacia do Curu foram determinadas pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Curu na última quinta (18). Em reunião virtual realizada com a assistência da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos – Cogerh, o colegiado aprovou os valores obedecendo o regimento interno e de acordo com a Portaria 566/2020 da Secretaria de Recursos Hídricos – SRH, realizando a alocação negociada de água entre o órgão gestor de recursos hídricos e o plenário do comitê para o segundo semestre de 2020.

Apesar do foco primário no açudes do Vale do Curu, todos os açudes da Bacia tiveram seus parâmetros de alocação aprovados neste ano pelo próprio colegiado. Entendendo a atual situação de pandemia e atento às recomendações dadas por decreto governamental, o CBH Curu, em acordo com sua diretoria através do Presidente Daniel Gomes, definiu que a melhor forma de conduzir a gestão hídrica até 2021 seria abrangendo todos os reservatórios da região, incluindo os sistemas isolados.

Confira as vazões médias dos açudes da Bacia do Curu aprovadas pelo comitê:

  • Açude Caxitoré: 500 l/s;
  • Açude Desterro: 10 l/s;
  • Açude Escuridão: 05 l/s;
  • Açude Frios: 400 l/s;
  • Açude General Sampaio: 600 l/s;
  • Açude Itapagé – 70 l/s;
  • Açude Jerimum – 30 l/s;
  • Açude Pereira de Miranda: 500 l/s;
  • Açude Salão: 03 l/s;
  • Açude São Domingos: 25 l/s;
  • Açude São Mateus – 100 l/s;
  • Açude Sousa – 20 l/s;
  • Açude Tejuçuoca: 70 l/s;

Marcaram presença 35 membros do Comitê, representando 70% do colegiado. A Gerência Regional da Cogerh em Pentecoste esteve presente na reunião através do gerente regional, dos coordenadores dos Núcleos, dos analistas, técnicos e equipe de apoio. Participaram ainda os assessores da diretoria da Cogerh, Hugo Bezerra e Krishna Leão, bem como, da gerência de gestão participativa, Mires Bouty.

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