Relatório de Alocação Negociada de Água - 2008
1. INTRODUÇÃO
A alocação negociada de água teve início no Ceará em 1994, com a criação da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos – COGERH, sendo uma das principais ações que integram o princípio fundamental da participação em nossa legislação de águas.
A partir de então as deliberações sobre o uso das águas dos reservatórios públicos do Ceará passaram de fato a ser compartilhadas com a sociedade. Os outros dois princípios fundamentais que preconizam a gestão integrada e descentralizada de águas, têm sido igualmente incorporados na política de gerenciamento implantada pela COGERH, como braço executivo da Secretaria dos Recursos Hídricos.
Apresentamos o resultado do processo de alocação de água negociada em 2008, com as informações da situação hídrica de cada reservatório e os parâmetros aprovados para sua operação. Nos últimos anos, cerca de 100 açudes são gerenciados através deste processo participativo e a cada ano novos reservatórios são incorporados neste processo. Entre os novos açudes incluídos alguns são de construção recente, enquanto outros, ainda que mais antigos, só agora reuniram condições favoráveis à adoção do processo participativo.
Nos itens seguintes abordaremos alguns aspectos da metodologia adotada para a operação participativa dos reservatórios.
2. METODOLOGIA DE ALOCAÇÃO NEGOCIADA DE ÁGUAS
2.1 Mobilização Social
A base do processo é a mobilização social onde se busca o envolvimento efetivo e representativo da sociedade, em seus diferentes setores de usuários diretos e indiretos de água de uma fonte hídrica.
As reuniões locais para discutir a operação dos sistemas hídricos têm se realizado independente do nível de organização dos usuários, buscando sempre a evolução do estágio organizacional. A unidade de organização mínima adotada no processo são as Comissões de Operação dos açudes, formadas por representantes de cada setor usuário de uma fonte hídrica, para negociar a alocação e acompanhar a operação do reservatório. Nas bacias onde já existe o Comitê de Bacia constituído, este colegiado participa das deliberações e acompanhamento.
A articulação prévia realizada pelo setor de usuários busca identificar os principais atores do processo, potencialidade de conflitos, demanda potencial, etc., sendo fundamental a participação de todas as comunidades potencialmente usuárias da fonte hídrica, sociedade civil organizada, poder público e entidades públicas e sociais relacionadas com a questão hídrica.
2.2 Fórum de negociação
A negociação para a alocação hídrica inicia-se com uma reunião ordinária em cada um dos dez comitês de bacia existentes no estado do Ceará, quando são definidos os limites máximo e mínimo de vazão a ser liberada de cada reservatório isolado ou sistemas de reservatórios integrados, sendo posteriormente definida a vazão de operação desses mananciais através das reuniões específicas de alocação.
A Reunião de Alocação é o fórum de negociação que ocorre em sistemas hídricos constituídos por um único reservatório. Para os sistemas integrados – grandes vales perenizados por um agrupamento de reservatórios – realiza-se o Seminário de planejamento da Operação, sendo o caso dos vales do Jaguaribe / Banabuiú, vale do Curu e do vale do Acaraú. A freqüência desses eventos é anual, sendo as reuniões realizadas entre os meses de junho e agosto, logo após o período de chuvas. Com a definição da vazão a ser liberada, elege-se uma sub-comissão ou a própria comissão formada no evento para acompanhar a operação, além de definir datas para as reuniões de avaliação da operação, quando necessárias, onde se pode fazer ajustes necessários para o uso adequado da água. As deliberações das reuniões são registradas em atas assinadas por seus participantes, constituindo um documento de referência oficial para a operação dos açudes. Ver em anexo as atas das reuniões de operação deste período.
2.3 – Ferramentas técnicas para negociação – durante as reuniões, a COGERH informa aos usuários a situação atual e a perspectiva futura, num horizonte de 6 a 18 meses, de comportamento do açude em função dos cenários de liberação de água propostos. Com esta compreensão, os próprios usuários, devidamente representados discutem o melhor uso do açude, buscando o atendimento das demandas conforme a oferta atual, num exercício de balanceamento entre os benefícios e os riscos inerentes a cada cenário.
Os cenários apresentados pela COGERH, através de simulação de balanço hídrico (ver exemplo em anexo), mostram o rebaixamento do açude para diferentes vazões, considerando a inexistência de chuvas no período estudado - segundo semestre (estação seca).
As faixas de vazões são propostas pela COGERH, com a participação do DNOCS, no caso dos açudes da União, com base nas experiências anteriores, na situação atual do açude e no resultado das simulações, sendo posteriormente apresentada aos Comitês de Bacia para aprovação. Em anos extremamente críticos de escassez hídrica, o CONERH poderá estabelecer os limites de oferta hídrica.
Um importante dado apresentado é a avaliação da operação do ano anterior onde se compara o previsto com o executado, em termos de comportamento do açude, consistindo num ótimo parâmetro de referência para as operações futuras.
Além das simulações, apresentam-se ainda aos usuários outros dados técnicos do açude, tais como gráficos do histórico de acumulação do açude, ficha técnica, vazão regularizada, batimetria e atas de reuniões anteriores. Mapas ou croquis do trecho perenizado ou imagens de satélite do sistema hídrico são outros dispositivos úteis nas discussões.
Há ainda a apresentação de dados da análise qualitativa de água de cada sistema, realizadas em momentos distintos da situação hídrica dos açudes, retratando os períodos de maior acumulação e os de menor reserva, quando é intensificado o efeito dos materiais orgânicos e minerais presentes na água e a decantação dos elementos em suspensão carreados durante o período chuvoso.
Após a apresentação dos dados técnicos pelo técnico da COGERH, abrem-se as discussões para a sociedade buscando um entendimento quanto à vazão e calendário de liberação de água do reservatório, além de discussões de outros aspectos de interesse de preservação do sistema hídrico. Quando não se alcança um entendimento sobre a operação do reservatório, o conflito poderá ser abordado em outras instâncias previstas legalmente, iniciando-se com o Comitê de Bacia, passando para o CONERH, podendo ainda ser apreciado no âmbito do Ministério Público.
A tendência recente aponta para um maior envolvimento dos Comitês de Bacia, tanto nas discussões prévias para a definição dos cenários de negociação, com base no quadro de acumulação hídrica nos reservatórios da bacia, quanto nas discussões operacionais, acompanhamento operacional e mediação de conflitos.
2.4 – Monitoramento quantitativo e qualitativo da água
O principal objetivo do monitoramento é produzir informações que venham auxiliar o setor operacional da COGERH e dar subsídios aos CBH para gerenciar os recursos hídricos de uma bacia hidrográfica tanto no seu aspecto quantitativo quanto qualitativo.
Monitoramento Quantitativo: gera informações que se reportam e dizem respeito tanto à situação presente de um açude, quanto à sua evolução histórica. A situação presente permite definir as regras de operação de cada açude, e também acompanhar e ajustar as regras de operação pré-concebidas.
As informações relativas à evolução histórica dos níveis de água e dos volumes armazenados têm sido trabalhadas objetivando produzir os níveis de permanência de cada açude, bem como seu aporte anual. Fazem parte desse volume de dados as seguintes informações:
- Análise da situação dos açudes no início da estação seca;
- Situação dos açudes no primeiro dia de julho;
- Ocorrência de eventos extremos (sangria e volume morto) a partir de 1986;
- Evolução anual do volume armazenado por bacia hidrográfica e por açude a partir de 1995;
- Estatística comparativa da evolução dos açudes durante o último ano;
- Indicativo da evolução das chuvas anuais incidentes sobre as bacias hidrográficas;
- Evolução do volume armazenado em cada açude durante o último ano.
Monitoramento Qualitativo: é uma das preocupações atuais de gerenciamento de recursos hídricos pois é preciso produzir informações que orientem os usuários sobre adequabilidade da água, no que diz respeito ao uso, promoção da conservação e provimento das informações sobre a qualidade da água. São feitas atualmente as seguintes modalidades de monitoramento:
Monitoramento biológico – tem como objetivo produzir informações que subsidiem as ações de gerenciamento dos recursos hídricos empreendidas pela COGERH no sentido de garantir a sustentabilidade do uso das águas dos açudes. Alguns pontos são realizados com a freqüência trimestral e outros com freqüência semestral. É realizado análise de fitoplâncton, nutrientes e nitrogênio;
Monitoramento da bacia hidráulica dos principais açudes do estado – é realizado com o objetivo produzir informações relacionadas com o estado trófico e o nível de salinidade da bacia hidráulica dos açudes gerenciados pela COGERH. A freqüência de realização desta modalidade de monitoramento é diferenciada de acordo com a importância de cada açude, podendo ser mensal, trimestral ou semestral. São realizadas análises de nutrientes, clorofila-a e físico-química;
Monitoramento dos principais vales perenizados - é realizado com o objetivo de produzir informações relacionadas com a qualidade da água ofertada pelos principais vales perenizados do Estado do Ceará, bem como levantar o impacto dos conglomerados urbanos localizados ao longo dos ditos vales. A freqüência desta modalidade de monitoramento é semestral, sendo realizadas análises de DBO, coliformes fecais, físico-química e de nutrientes;
Monitoramento de metais pesados – esta modalidade de monitoramento tem como objetivo produzir informações relacionadas com o nível de contaminação hídrica por metais pesados nos principais corpos hídricos gerenciados pela COGERH, notadamente nos açudes que possuem uso de piscicultura. A freqüência é semestral.
3. RESUMO DAS REUNIÕES DE ALOCAÇÃO 2008
Apresentamos a seguir o resumo quantitativo relativo às reuniões de operação ocorridas neste ano:
3.1 - açudes gerenciados x açudes com alocação negociada:
| BACIAS GERENCIADAS | No. DE AÇUDES GERENCIADOS | No. DE AÇUDES ALOCADOS PARTICPATIVAMENTE |
| ALTO JAGUARIBE | 18 | 13 |
| SALGADO | 13 | 12 |
| BANABUIÚ | 18 | 12 |
| MÉDIO E BAIXO JAGUARIBE | 14 | 14 |
| ACARAÚ | 12 | 11 |
| COREAÚ | 9 | 8 |
| CURU | 13 | 13 |
| LITORAL | 7 | 7 |
| PARNAÍBA | 9 | 5 |
| METROPOLITANA | 17 | 5 |
| TOTAL | 131 | 100 |
3.2 - Número de eventos ( reuniões de CBH + reuniões de operação + seminários) : 95
| BACIAS GERENCIADAS | NÚMERO DE REUNIÕES |
| ALTO JAGUARIBE | 12 |
| SALGADO | 10 |
| BANABUIÚ | 11 |
| MÉDIO JAGUARIBE | 13 |
| BAIXO JAGUARIBE | 2 |
| ACARAÚ | 11 |
| COREAÚ | 9 |
| CURU | 8 |
| LITORAL | 7 |
| PARNAÍBA | 5 |
| METROPOLITANA | 7 |
| TOTAL | 95 |
| BACIAS GERENCIADAS | NÚMERO DE AÇUDES GERENCIADOS | No. DE SISTEMAS ALOCADOS PARTICPATIVAMENTE |
| ALTO JAGUARIBE | 18 | 13 |
| SALGADO | 13 | 12 |
| BANABUIÚ | 18 | 12 |
| MÉDIO JAGUARIBE | 13 | 13 |
| BAIXO JAGUARIBE | 1 | 1 |
| ACARAÚ | 12 | 11 |
| COREAÚ | 9 | 8 |
| CURU | 13 | 13 |
| LITORAL | 7 | 7 |
| PARNAÍBA | 9 | 5 |
| METROPOLITANA | 18 | 5 |
| TOTAL | 131 | 100 |
*Os principais reservatórios estratégicos do estado tem sua alocação realizada de forma conjunta, sendo o caso do Vale do Jaguaribe, que inclui os reservatórios Castanhão. Orós e Banabuiú; vale do Acaraú que contempla os açude Araras, Edson Queirós e Aires de Souza e o vale do Curu, que inclui os açudes Pentecoste, General Sampaio, Caxitoré, Tejuçuoca e Frios.
4. AÇUDES COM ALOCAÇÃO NEGOCIADA DE ÁGUA EM 2008
4.1 - BACIA DO ALTO JAGUARIBE - 13 açudes (Volumes em milhões m3)
|
AÇUDE |
MUNICÍPIO |
CAPACIDADE (m3) |
DATA DA REUNIÃO |
VAZÃO DELIBERADA (l/s) |
VOL. INICIAL (Fim das chuvas) 2008 |
VOL. SIMULADO (Fim da operação) 01/01/09 |
VOL. REAL (Fim da operação) 01/01/09 |
|
TRUSSU |
IGUATU |
260.570.000 |
16/07/2007 |
950 |
221,27 (73,5%) |
174,58 (58%) |
186,37 (61,9%) |
|
RIVALDO DE CARVALHO |
CATARINA |
19.520.000 |
22/07/2008 |
1102 (desc.) |
12,99 (66,6%) |
7,24 (37,1%) |
8,35 (42,8%) |
|
FAÉ |
QUIXELÔ |
24.408.688 |
23/07/2008 |
200 |
23,37 (99,9%) |
14,6 (62,3%) |
10,76 (44,1%) |
|
CANOAS |
ASSARÉ |
69.250.000 |
14/07/2008 |
400 |
68,13 (98,4%) |
48,80 (70,5%) |
53,82 (77,7%) |
|
MUQUÉM |
CARIÚS |
47.643.000 |
15/07/2008 |
450 |
47,11 (98,9%) |
33,23 (69,8%) |
38,17 (80,1%) |
|
ORÓS1 |
ORÓS |
1.940.000.000 |
05/06/2008 |
7.000 |
1.940,0 (100%) |
1.557,82 (80,3%) |
1.639,49 (84,5%) |
|
TRICI |
TAUÁ |
16.500.000 |
25/06/2008 |
120 |
16,02 (97,1%) |
7,69 (46,6%) |
9,07 (55%) |
|
VÁRZEA DO BOI |
TAUÁ |
51.910.000 |
26/06/2008 |
195 |
51,68 (99,6%) |
32,04 (61,7%) |
35,14 (67,7%) |
|
FAVELAS |
TAUÁ |
30.100.000 |
25/06/2008 |
180 |
29.53 (98,1%) |
17,75 (59%) |
20,21 (67,1%) |
|
ARNEIROZ II |
ARNEIROZ |
197.060.000 |
03/07/2008 |
1.400 |
194,66 (98,8%) |
139,57 (70,8%) |
150,15 (76,2%) |
|
BENGUÊ |
AIUABA |
19.560.000 |
04/07/2008 |
120 |
19,56 (100%) |
12,77 (65,3%) |
13,94 (71,3%) |
|
DO CORONEL |
ANTONINA DO NORTE |
1.770.000 |
26/06/2008 |
12 |
0,84 (47,6%) |
0,35 (20%) |
0,45 (25,3%) |
|
FORQUILHA II |
TAUÁ |
3.400.000 |
26/06/2008 |
12 |
3,03 (89,2%) |
1,74 (51,1%0 |
2,11 (62,1%) |
1 - açude com operação conjunta com o açude Castanhão e açude Banabuiú através do SEMINÁRIO DE PLANEJAMENTO OPERACIONAL DOS VALES DO JAGUARIBE E BANABUIÚ
2 - açude Rivaldo de Carvalho - descarga única de 1800 l/s durante 8 dias no mês de outubro, equivalenete a uma liberação contínua no 20 semestre de 110 l/s.
4.2 - BACIA DO SALGADO - 12 açudes (Volumes em milhões m3) VOLUME REAL INFERIOR AO SIMULADO
|
AÇUDE |
MUNICÍPIO |
CAPACIDADE |
DATA DA REUNIÃO |
VAZÃO DELIBERADA (l/s) |
VOL. INICIAL (Fim das chuvas) |
VOL. SIMULADO (Fim da operação) 01/01/09 |
VOL. REAL (Fim da operação) 01/02/09 |
|
ROSÁRIO |
LAVRAS DA MANGABEIRA |
47.200.000 |
25/07/08 |
368 |
47,20 (100%) |
31,24 (66,2%) |
31,49 (66,7%) |
|
GOMES1 |
MAURITI |
2.390.000 |
26/07/08 |
26 |
2,39 (100%) |
1,53 (64%) |
1,28 (53,6%) |
|
QUIXABINHA1 |
MAURITI |
31.780.000 |
26/07/08 |
111,4 |
18,45 (58%) |
11,89 (37,4%) |
12,78 (40,2%) |
|
OLHO D'ÁGUA |
VÁRZEA ALEGRE |
21.200.000 |
04/08/08 |
66 |
21,0 (100%) |
16,69 (79,5%) |
16,4 (78,1%) |
|
PRAZERES |
BARRO |
32.500.000 |
15/07/08 |
103,30 |
32,5 (100%) |
27,5 (84,8%) |
27,96 (86%) |
|
ATALHO |
BREJO SANTO |
108.250.000 |
04/07/08 |
391,7** |
108,25 (100%) |
92,0 (85%) |
89,75 (82,9%) |
|
UBALDINHO |
CEDRO |
31.800.000 |
15/07/08 |
188,8 |
31,8 (100%) |
22,43 (70,5%) |
24,8 (78%) |
|
MANOEL BALBINO3 |
JUAZEIRO DO NORTE |
37.180.000 |
05/07/08 |
70* |
22,2 (59,7%) |
16,32 (43,9%) |
17,18 (46,2) |
|
THOMÁS OSTERNE3 |
CRATO |
28.780.000 |
05/07/08 |
300* |
28,78 (100%) |
18,79 (65,3%) |
21,31 (74%) |
|
LIMA CAMPOS2 |
ICÓ |
66.380.000 |
20/06/08 |
3.500* |
66,4 (100%) |
36,50 (55%) |
35,35 (53,2%) |
|
CACHOEIRA |
AURORA |
34.330.000 |
08/08/08 |
106 |
34,3 (100%) |
26,3 (76,6%) |
27,44 (79,9%) |
|
TATAJUBA |
ICÓ |
2.720.000 |
22/08/09 |
30 |
2,72 (100%) |
1,43 (52,4%) |
1,72 (63,2%) |
1 - média de vazão escalonada (com variação entre os meses)
2 - vazão aprovada para abastecer o P.I Lima Campos após estabilizar o nível do açude em 36.500.000 m3 (em setembro de 2008)
3 - alocação realizada conjuntamente com 2 açudes (Thomas Osterne e Manuel Balbino; Gomes e Quixabinha)
4.3 - BACIA DO BANABUIÚ - 12 açudes (Volumes em milhões m3) VOLUME REAL INFERIOR AO SIMULADO
|
AÇUDE |
MUNICÍPIO |
CAPACIDADE |
DATA DA REUNIÃO |
VAZÃO DELIBERADA (l/s) |
VOL. INICIAL (Fim das chuvas) |
VOL. SIMULADO (Fim da operação) 01/01/09 |
VOL. REAL (Fim da operação) 01/02/09 |
|
BANABUIÚ1 |
BANABUIÚ |
1.600.999.936 |
5/6/2008 |
9.500 |
1.245,35 (77,8%) |
942,89 (58,9%) |
1.001,10 (62,5%) |
|
PEDRAS BRANCAS |
QUIXADÁ |
434.040.000 |
26/6/2008 |
350 |
134,26 (30,9%) |
92,04 (21,2%) |
99,8 (23,0%) |
|
CEDRO |
QUIXADÁ |
126.000.000 |
3/7/2008 |
65 |
11,93 (9,5%) |
5,24 (4,2%) |
5,4 (4,3%) |
|
FOGAREIRO2 |
QUIXERAMOBIM |
118.820.000 |
22/7/2008 |
1.000 |
118,82 (100%) |
76.77 (64,6%) |
89,7 (75,5%) |
|
CIPOADA |
MORADA NOVA |
86.090.000 |
16/7/2008 |
350 |
36,1 (41,9%) |
18,83 (21,9%) |
20,8 (24,1%) |
|
PIRABIBU3 |
QUIXERAMOBIM |
74.000.000 |
22/7/2008 |
50 |
10,0 (13,5%) |
3,81 (5,1%) |
4,14 (5,6%) |
|
PATU |
SENADOR POMPEU |
71.829.000 |
10/7/2008 |
500 |
71,83 (100%) |
51,68 (71,9%) |
52,2 (72,7%) |
|
QUIXERAMOBIM4 |
QUIXERAMOBIM |
54.000.000 |
22/7/2008 |
- |
54,0 (100%) |
- |
48,2 (89,3%) |
|
POÇO DO BARRO |
MORADA NOVA |
54.700.000 |
15/7/2008 |
390 |
52,0 (100%) |
33,11 (63,7%) |
35,9 (69%) |
|
SERAFIM DIAS |
MOMBAÇA |
43.000.000 |
2/7/2008 |
300 |
43,0 (100%) |
29,88 (69,5%) |
32,9 (76,6%) |
|
SÃO JOSÉ II |
PIQUET CARNEIRO |
29.140.000 |
8/7/2008 |
110 |
29,14 (100%) |
21,73 (74,6%) |
23,1 (79,2%) |
|
TRAPIÁ II |
PEDRA BRANCA |
18.190.000 |
24/6/2008 |
150 |
13,36 (100%) |
12,60 (69,3%) |
13,4 (73,5%) |
1 - alocação realizada SEMINÁRIO DE PLANEJAMENTO OPERACIONAL DOS VALES DO JAGUARIBE E BANABUIÚ
2 - açudes operados/alocados conjuntamente, na mesma reunião (QUIXERAMOBIM / FOGAREIRO E PIRABIBU)
3 - açude sem condições para operar no segundo semestre de 2008 liberando apenas vazão ecológica 50l/s.
4 – critério de alocação baseado no nível de estabilização da cota, a partir da transferência de água do açude Fogareiro.
4.4 - BACIAS DO MÉDIO E BAIXO JAGUARIBE - 14 açudes (Volumes em milhões de m3) VOLUME REAL INFERIOR AO SIMULADO
|
AÇUDE |
MUNICÍPIO |
CAPACIDADE (m3) |
DATA DA REUNIÃO |
VAZÃO DELIBERADA (l/s) |
VOL. INICIAL (Fim das chuvas) |
VOL. SIMULADO (Fim da operação) 01/01/09 |
VOL. REAL (Fim da operação) 01/01/09 |
|
ADAUTO BEZERRA |
PEREIRO |
5.250.000 |
14/10/08 |
20 |
5,25 (100%) |
3,37 (64,2%) |
3,67 (67%) |
|
CANAFÍSTULA |
IRACEMA |
13.110.000 |
03/09/08 |
42 |
13,11 (100%) |
9,48 (72,3%) |
9,58 (73%) |
|
EMA |
IRACEMA |
10.390.000 |
14/08/08 |
60 |
10,39 (100%) |
6,89 (66,3%) |
7,14 (69%) |
|
CASTANHÃO1 |
ALTO SANTO |
6.700.000.256 |
05/06/08 |
16.000 |
6.012,04 (89,7%) |
5100 (76,1%) |
5.333,52 (79,6%) |
|
MADEIRO |
PEREIRO |
2.810.000 |
14/10/08 |
6 |
1,17 (41,6%) |
0,76 (27,0%) |
0,77 (27,6%) |
|
NOVA FLORESTA |
JAGUARIBE |
5.190.000 |
19/08/08 |
34 |
5,19 (100%) |
3,45 (66,5%) |
4,95 (65,1%) |
|
POTIRETAMA |
POTIRETAMA |
6.330.000 |
03/09/08 |
8 |
4,84 (76,4%) |
3,1 (49,0%) |
3,04 (48%) |
|
RIACHO DO SANGUE |
SOLONÓPOLE |
61.420.000 |
13/08/08 |
250 |
61,20 (100%) |
46,81 (76,2%) |
47,83 (77,9%) |
|
SANTO ANTÔNIO |
IRACEMA |
832.000 |
03/09/08 |
2 |
0,83 (100%) |
0,58 (69,9%) |
0,59 (70,7%) |
|
TIGRE |
SOLONÓPOLE |
3.510.000 |
29/07/08 |
30 |
1,96 (55,8) |
0,92 (26,2%) |
1,26 (35,8%) |
|
SANTA MARIA |
ERERÊ |
5.866.800 |
12/08/08 |
10 |
5,87 (100%) |
3,34 (56,9%) |
3,53 (60,2%) |
|
JENIPAPEIRO |
DEP. IRAPUAN PINHEIRO |
17.000.000 |
17/07/08 |
70 |
17,00 (100%) |
11,84 (69,6%) |
12,77 (75,1%) |
|
JOAQUIM TÁVORA |
JAGUARIBE |
26.772.782 |
19/08/08 |
15 |
26,77 (100%) |
21,05 (78,6%) |
19,94 (74,5%) |
|
ST. ANTÔNIO DE RUSSAS2 |
RUSSAS |
24.000.000 |
17/07/08 |
104 |
18,45 (77%) |
8,61 (35,8%) |
10,11 (42,1%) |
1 - açude com operação conjunta com o açude Banabuiú e o açude Orós, através do SEMINÁRIO DE PLANEJAMENTO OPERACIONAL DOS VALES DO JAGUARIBE E BANABUIÚ
2 - açude pertencente à bacia do Baixo Jaguaribe
4.5 - BACIA DO RIO ACARAÚ – 11 açudes (Volumes em milhões m3) VOLUME REAL INFERIOR AO SIMULADO
|
AÇUDE |
MUNICÍPIO |
CAPACIDADE |
DATA DA REUNIÃO |
VAZÃO DELIBERADA (l/s) |
VOL. INICIAL (Fim das chuvas) |
VOL. SIMULADO (Fim da operação) 01/02/09 |
VOL. REAL (Fim da operação) 01/02/09 |
|
ACARAÚ MIRIM |
MASSAPÊ |
52.000.000 |
13/08/2008 |
250 |
52,0 (100%) |
40,25 (77,4%) |
41,1 (78,9%) |
|
ARARAS1 |
VARJOTA |
860.899.968 |
26/06/2008 |
5800 |
877,0 (98,4%) |
661,28 (74,2%) |
685 (76,,9%) |
|
ARREBITA |
FORQUILHA |
19.600.000 |
28/08/2008 |
60 |
13,4 (68,5%) |
8,49 (43,3%) |
9,1 (46,2%) |
|
AYRES DE SOUZA2 |
SOBRAL |
104.430.000 |
22/7/2008 |
1000 |
104,4 (100%) |
74,55 (71,4%) |
76,2 (72,9%) |
|
BONITO |
IPU |
6.000.000 |
09/07/2008 |
30 |
2,68 (44,0%) |
1,22 (20,4%) |
1,00 (16,6%) |
|
CARMINA** |
CATUNDA |
13.318.141 |
17/07/2008 |
30 |
13,6 (100%) |
7,63 (56,0%) |
9,4 (69,2%) |
|
EDSON QUEIROZ1 |
SANTA QUITÉRIA |
250.500.000 |
18/07/2008 |
700 |
254,0 (100%) |
204,07 (80,3%) |
204,26 (80,4%) |
|
FARIAS DE SOUZA2 |
NOVA RUSSAS |
12.230.000 |
03/07/2008 |
35 |
2,12 (17,4%) |
0,38 (3,1%) |
0,88 (7,2%) |
|
FORQUILHA |
FORQUILHA |
50.130.000 |
24/07/08 |
100 |
38,78 (77,3%) |
26,9 (53,8%) |
26,8 (53,5%) |
|
SOBRAL |
SOBRAL |
4.675.000 |
19/08/2008 |
40 |
4,67 (100%) |
3,15 (67,4%) |
3,43 (73,3%) |
|
SÃO VICENTE |
SANTANA DO ACARAÚ |
9.840.000 |
07/08/2008 |
140 |
9,84 (100%) |
5,71 (58%) |
6,1 (61,5%) |
1 - açude com alocação conjunta: Araras, Edson Queirós e Jaibaras (Ayres de Souza)
2 - Vazão destinada exclusivamente para o abastecimento da sede de Nova Russas
4.6 - BACIA DO COREAÚ - 8 açudes (Volumes em milhões m3) VOLUME REAL INFERIOR AO SIMULADO
|
AÇUDE |
MUNICÍPIO |
CAPACIDADE |
DATA DA REUNIÃO |
VAZÃO DELIBERADA (l/s) |
VOL. INICIAL (Fim das chuvas) |
VOL. SIMULADO (Fim da operação) 01/02/09 |
VOL. REAL (Fim da operação) 01/01/09 |
|
ANGICOS |
COREAÚ |
56.050.000 |
06/08/2008 |
400 |
55,05 (100%) |
36,52 (65,2%) |
36,80 (65,76%) |
GANGORRA |
GRANJA |
62.500.00 |
31/07/2008 |
40 a 130 |
62,5 (100%) |
47,29 (75,7%) |
45,2 (72,3%) |
|
ITAÚNA |
CHAVAL |
77.500.000 |
30/07/2008 |
150 |
77,5 (100%) |
53,69 (69,3%) |
54,4 (70,2%) |
|
MARTINÓPOLE |
MARTINÓPOLE |
23.200.000 |
10/07/2008 |
40 |
8,67 (37,4%) |
3,61 (15,6%) |
3,5 (15,1%) |
|
PREMUOCA |
URUOCA |
5.200.000 |
15/07/2008 |
30 |
4,73 (91%) |
2,74 (52,8%) |
2,88 (55,4%) |
|
TRAPIÁ III |
COREAÚ |
5.510.000 |
27/08/2008 |
20 |
5,10 (92,5%) |
3,44 (62,4%) |
3,23 (58,7%) |
|
TUCUNDUBA |
SENADOR SÁ |
41.430.000 |
12/08/2008 |
120 |
41,43 (100%) |
22,08 (67,8%) |
28,82 (69,6%) |
|
VÁRZEA DA VOLTA |
MORAÚJO |
12.500.000 |
20/08/2008 |
80 |
12,5 (100%) |
6,49 (51,9%) |
7,0 (55,9%) |
4.7 - BACIA DO CURU - 13 açudes (Volumes em milhões m3) VOLUME REAL INFERIOR AO SIMULADO
|
AÇUDE |
MUNICÍPIO |
CAPACIDADE |
DATA DA REUNIÃO |
VAZÃO DELIBERADA (l/s) |
VOL. INICIAL (Fim das chuvas) |
VOL. SIMULADO (Fim da operação) 01/02/09 |
VOL. REAL (Fim da operação) 01/02/09 |
|
CAXITORÉ1 |
PENTECOSTE |
202.000.000 |
03/07/09 |
1.950 |
149,54 (74%) |
98,06 (48,5%) |
104,9 (51,9%) |
|
FRIOS1 |
UMIRIM |
33.020.000 |
03/07/09 |
400 |
21,85 (66,2%) |
10,77 (32,6%) |
11,06 (33,5%) |
|
GENERAL SAMPAIO1 |
GENERAL SAMPAIO |
322.200.000 |
03/07/09 |
1800 |
171,33 (53,2%) |
115,84 (36,0%) |
116,4 (36,1%) |
|
JERIMUM1 |
IRAUÇUBA |
20.500.000 |
24/06/09 |
110 |
20,5 (100%) |
15,31 (74,8%) |
14,4 (70,3%) |
|
PENTECOSTE1 |
PENTECOSTE |
395.630.016 |
03/07/09 |
3200 |
315,74 (79,8%) |
203,95 (51,6%) |
209,24 (52,9%) |
|
SALÃO |
CANINDÉ |
6.040.000 |
23/07/09 |
10 a 20 |
3,64 (60,3%) |
- |
2,27 (37,7%) |
|
SÃO DOMINGOS2 |
CARIDADE |
3.035.000 |
24/07/09 |
20 |
2,57 (84,9%) |
1,44 (47,4%) |
1,54 (50,6%) |
|
SÃO MATEUS |
CANINDÉ |
10.330.000 |
23/07/09 |
- |
10,33 (100%) |
- |
7,39 (71,5%) |
|
SOUZA |
CANINDÉ |
30.840.000 |
23/07/09 |
120 |
8,80 (28,5%) |
4,23 (13,7%) |
4,41 (14,3%) |
|
TEJUÇUOCA1 |
TEJUÇUOCA |
28.110.000 |
03/07/09 |
180 |
19,27 (68,5%) |
11,93 (42,4%) |
11,95 (42,5%) |
|
TRAPIÁ I2 |
CARIDADE |
2.010.000 |
24/07/09 |
10 |
2,01 (100,0%) |
1,11 (55,2%) |
1,26 (62,5%) |
|
DESTERRO2 |
CARIDADE |
5.010.000 |
24/07/09 |
15 |
5,01 (100,0%) |
2,48 (49,6%) |
2,38 (47,5%) |
|
CARACAS |
CANINDÉ |
9.630.000 |
23/07/09 |
5 a 10 |
2,58 (26,8%) |
- |
1,47 (15,2%) |
1 - açudes operados em conjunto no SEMINÁRIO DE PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO DO VALE DO CURU (Caxitoré, Frios, General Sampaio, Pentecoste, Tejuçuoca)
2 - açudes com reunião de alocação conjunta: São Domingos, Trapiá I e Desterro.
4.8 - BACIAS DO LITORAL - 7 açudes (Volumes em milhões m3) VOLUME REAL INFERIOR AO SIMULADO
|
AÇUDE |
MUNICÍPIO |
CAPACIDADE |
DATA DA REUNIÃO |
VAZÃO DELIBERADA (l/s) |
VOL. INICIAL (Fim das chuvas) |
VOL. SIMULADO (Fim da operação) 01/01/09 |
VOL. REAL (Fim da operação) 01/01/09 |
|
MUNDAÚ |
URUBURETAMA |
21.300.000 |
18/07/09 |
230 |
19,57 (92%) |
14,81 (69,5%) |
13,94 (65,4%) |
|
PATOS |
SOBRAL |
7.550.000 |
26/07/09 |
60 |
7,55 (100%) |
4,40 (58,3%) |
4,31 (57,1%) |
|
POÇO VERDE1 |
ITAPIPOCA |
13.650.000 |
17/07/09 |
120 |
13,65 (100%) |
6,69 (49,0%) |
7,37 (54%) |
|
QUANDÚ 1 |
ITAPIPOCA |
4.000.000 |
17/07/09 |
110 |
4,0 (100%) |
1,65 (41,4%) |
1,64 (41%) |
|
S. ANT. DE ARACAT. |
SOBRAL |
24.340.000 |
26/07/09 |
110 |
24,34 (100%) |
17,00 (69,8%) |
17,44 (71,7%) |
|
S. PEDRO TIMBAÚBA |
MIRAÍMA |
19.250.000 |
10/07/09 |
60 |
19,25 (100%) |
13,72 (71,3%) |
13,35 (69,4%) |
|
STA. MARIA DE ARACAT. |
SOBRAL |
8.200.000 |
27/06/09 |
20 |
19,25 (100%) |
4,98 (60,7%) |
13,35 (57,7%) |
1 - açudes com reunião de alocação conjunta: Poço Verde e Quandu
4.9 - BACIA DO PARNAÍBA – 5 açudes (Volumes em milhões m3) VOLUME REAL INFERIOR AO SIMULADO
|
AÇUDE |
MUNICÍPIO |
CAPACIDADE |
DATA DA REUNIÃO |
VAZÃO DELIBERADA (l/s) |
VOL. INICIAL (Fim das chuvas) |
VOL. SIMULADO (Fim da operação) 01/01/09 |
VOL. REAL (Fim da operação) 01/01/09 |
|
CARNAUBAL |
CRATEÚS |
87.690.000 |
11/07/08 |
250/300 |
87,69 (100%) |
52,92 (60,35%) |
62,44 (71,2%) |
|
BARRA VELHA |
INDEPENDÊNCIA |
99.500.000 |
02/07/08 |
75 |
99,50 (100%) |
59,73 (60,0%) |
70,48 (70,8%) |
|
FLOR DO CAMPO |
NOVO ORIENTE |
111.300.000 |
04/07/08 |
75 |
111,30 (100%) |
75,12 (67,5%) |
87,03 (78,2%) |
|
JABURU I |
UBAJARA |
210.000.000 |
19/08/08 |
250/300 |
210,00 (100%) |
179,40 (85,4%) |
180,84 (86,1%) |
|
JABURU II |
INDEPENDÊNCIA |
116.000.000 |
09/07/08 |
262 |
116,00 (100%) |
60,92 (52,5%) |
75,09 (64,7%) |
4.10 - BACIAS METROPOLITANAS – 5 açudes (Volumes em milhões m3) + canal do Trabalhador VOLUME REAL INFERIOR AO SIMULADO
|
AÇUDE |
MUNICÍPIO |
CAPACIDADE |
DATA DA REUNIÃO |
VAZÃO DELIBERADA (l/s) |
VOL. INICIAL (Fim das chuvas) |
VOL. SIMULADO (Fim da operação) 01/01/09 |
VOL. REAL (Fim da operação) 01/01/09 |
|
ACARAPE DO MEIO1 |
REDENÇÃO |
31.500.000 |
20/08/08 |
1000 |
31,50 (100%) |
16,7 (53,0%) |
14,80 (47%) |
|
CASTRO |
ITAPIÚNA |
63.900.000 |
13/08/08 |
130 |
47,17 (73,8%) |
38,39 (60,1%) |
39,59 (62%) |
|
HIPÓLITO3 |
ACARAPE |
6520000 |
20/08/08 |
100 |
4,90 (74,9%) |
3,02 (46,2%) |
- |
|
POMPEU SOBRINHO |
POMPEU SOBRINHO |
143000000 |
05/09/08 |
130 |
39,12 (27,4%) |
26,80 (18,7%) |
27,57 (%) |
|
CANAL DO TRABALHADOR |
VÁRIOS2 |
n.a.4 |
22/08/08 |
650-850 |
n.a |
n.a |
n.a |
|
ITAPEBUSSU |
MARANGUAPE |
8.800.000 |
|
60 |
8,80 (100%) |
5,91 (67,1%) |
5,61 (63,8%) |
1 - vazão assim distribuída: 600 l/s para a adutora do Acarape e 400 l/s para perenização do rio
2 - o Canal do Trabalhador intercepta os municípios: Itaiçaba, Aracati, Beberibe e Cascavel.
3 - reservatório não monitorado pela COGERH
4 - n.a. = não se aplica - trata-se de uma estrutura de canal de transferência hídrica.




